O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou que confia no sistema eleitoral brasileiro e criticou qualquer tentativa de interferência estrangeira nas eleições do país. A declaração foi publicada no último sábado (25) em sua conta na rede social X.
Segundo Caiado, embora seja favorável à presença de observadores internacionais durante o processo eleitoral, considera inaceitável que qualquer país coloque em dúvida a integridade ou o resultado das eleições brasileiras.
"Confio nas urnas eletrônicas do Brasil. Sempre apoiei a presença de observadores de diversos países nas nossas eleições. No entanto, considero inaceitável que qualquer nação, inclusive os EUA, queira questionar a integridade e os resultados de nossos pleitos", escreveu.
A manifestação ocorreu após reportagem do The Washington Post informar que o governo do presidente Donald Trump estudava enviar uma missão ao Brasil para acompanhar o processo eleitoral e elaborar um relatório sobre a integridade das eleições marcadas para outubro.
De acordo com o jornal, a delegação seria composta por Riley M. Barnes, secretário de Estado adjunto para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, e Samuel D. Samson, subsecretário adjunto da mesma área.
Entretanto, o Itamaraty negou o visto de entrada aos dois representantes norte-americanos. Em resposta, o Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que a visita prevista fazia parte de uma agenda de rotina e negou que tivesse o objetivo de desacreditar o processo eleitoral brasileiro.
Em nota enviada à imprensa, o governo norte-americano classificou como "uma mentira infundada" a alegação de que haveria uma conspiração para enfraquecer a credibilidade das eleições no Brasil, reiterando que a missão não tinha essa finalidade.
O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, manifestou-se contra a tentativa dos EUA de enviar observadores internacionais ao Brasil, com o objetivo de monitorar e questionar a integridade das eleições brasileiras. "Confio nas urnas eletrônicas do Brasil. Sempre apoiei a presença de observadores de diversos países nas nossas eleições. No entanto, considero inaceitável que qualquer nação, inclusive os EUA, queira questionar a integridade e os resultados de nossos pleitos", enfatizou o político goiano, no último sábado, no X.
Estudo revela que música estimula o cérebro e pode acalmar bebês desde os primeiros meses de vida Ainda no sábado, o jornal The Washington Post divulgou que o governo Trump planejava enviar uma missão ao Brasil para lançar dúvidas sobre a integridade das eleições, além de elaborar um relatório destinado a deslegitimar o pleito agendado para outubro. Conforme o jornal, a delegação incluiria dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA, que chegariam a Brasília em breve. Estavam designados para a missão Riley M. Barnes, secretário de Estado adjunto para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho (DRL), e Samuel D. Samson, subsecretário adjunto do DRL. VISTO NEGADO
