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Justiça determina que 13 empresas apresentem documentos em disputa de bens entre Lívia Andrade e Marcos Araújo

Justiça determina que 13 empresas apresentem documentos em disputa de bens entre Lívia Andrade e Marcos Araújo

Lívia Andrade obtém decisão judicial para investigar patrimônio do ex-companheiro

Justiça determina que 13 empresas apresentem documentos fiscais e financeiros dos últimos cinco anos; medida não define, por enquanto, a divisão de bens

A apresentadora Lívia Andrade obteve uma decisão favorável na Justiça em uma disputa patrimonial com o ex-companheiro, o empresário Marcos Araújo. Segundo informações divulgadas pela coluna de Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, a Justiça determinou que 13 empresas apresentem documentos fiscais e financeiros referentes aos últimos cinco anos.

A ação foi protocolada em março de 2026 com o objetivo de reunir provas para uma possível partilha de bens. Lívia afirma ter mantido uma união estável com Marcos por cinco anos e sustenta que, durante esse período, houve um aumento significativo do patrimônio do ex-casal.

No processo, a apresentadora alega que empresas ligadas ao empresário teriam sido registradas em nome de familiares e funcionários, embora, segundo ela, Marcos participasse dos negócios sem aparecer formalmente como sócio. A preocupação é que essa estrutura dificulte a identificação dos bens que poderiam integrar uma futura divisão patrimonial.

Além dos documentos empresariais, Lívia solicitou acesso às movimentações bancárias do ex-companheiro, de duas irmãs dele e da mãe do empresário, com a finalidade de esclarecer a situação financeira e reunir elementos para eventuais decisões judiciais.

Empresas têm prazo para apresentar documentos

A decisão foi emitida em 14 de setembro. O juiz estabeleceu o prazo de 15 dias para que as 13 empresas apresentem declarações de Imposto de Renda, balanços financeiros e extratos bancários relativos aos últimos cinco anos.

Ao avaliar o pedido, o magistrado considerou que algumas informações poderiam se tornar mais difíceis de comprovar com o passar do tempo. Por esse motivo, autorizou a produção antecipada de provas para preservar documentos relevantes ao andamento do processo.

A decisão, entretanto, não confirma as alegações da apresentadora sobre a propriedade efetiva das empresas nem determina quais bens deverão ser divididos. A medida tem caráter probatório e busca reunir informações que poderão ser analisadas em futuras etapas da disputa judicial.

Processo terá prioridade

A Justiça também concedeu prioridade à tramitação do processo. Segundo as informações divulgadas, Lívia solicitou o benefício alegando ser vítima de violência doméstica e possuir uma medida protetiva contra o ex-companheiro.

A ação tramitava inicialmente no foro do Tatuapé, em São Paulo, mas posteriormente foi transferida para o foro de Santo Amaro.

O processo segue voltado à apuração de informações patrimoniais, sem que a decisão atual represente um julgamento definitivo sobre a existência ou a extensão de bens a serem partilhados.

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