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Gilmar Mendes vota em Diamantino, no Mato Grosso

O que era pra dar bom exemplo, seque com mau exemplo toga sem fazendo errado.

Gilmar Mendes vota em Diamantino, no Mato Grosso

Gilmar Mendes vota em Diamantino e esclarece objeto levado à seção eleitoral

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, exerceu seu direito de voto neste domingo (4), às 9h50, em uma seção eleitoral de Diamantino (MT). O magistrado chegou acompanhado por seguranças e cumprimentou eleitores antes de entrar na cabine de votação.

Vídeos que circularam nas redes sociais registraram Gilmar Mendes com um objeto nas mãos e provocaram especulações de que seria um celular, aparelho cujo uso é proibido na cabine de votação. A assessoria do ministro esclareceu, porém, que o item era sua carteira funcional, que continha a cola eleitoral, e não um aparelho de comunicação.

Após votar, Gilmar Mendes entregou o material a um de seus seguranças, que permaneceu com a carteira até o fim do procedimento.

Outros ministros do STF também votaram ao longo da manhã. Cármen Lúcia registrou seu voto em Belo Horizonte (MG), enquanto André Mendonça e Kassio Nunes Marques votaram em Brasília (DF).

Pesquisa aponta empate entre Lula e Flávio Bolsonaro

Pesquisa PoderData/Aya, divulgada no sábado (3), aponta empate técnico em um eventual segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Ambos aparecem com 46% das intenções de voto.

O levantamento foi realizado entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro de 2026, por meio de entrevistas telefônicas com eleitores de 786 municípios das 27 unidades da Federação. Ao todo, foram ouvidas 4 mil pessoas.

A pesquisa tem margem de erro de 1,5 ponto percentual e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03519/2026.

Atualização: uma versão anterior desta informação mencionava que Gilmar Mendes teria levado um celular para o momento da votação. Após esclarecimento de sua assessoria, foi confirmado que o objeto era a carteira funcional do ministro, com a cola eleitoral, e não um aparelho telefônico.

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