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Cleitinho faz nova aposta e mantém suspense sobre seu futuro político

Faltando um dia para o encerramento do prazo de registro das candidaturas, Cleitinho Azevedo (Republicanos) ainda não aparecia nesta sexta-feira (14) no DivulgaCand, sistema oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como candidato ao governo de Minas

Cleitinho faz nova aposta e mantém suspense sobre seu futuro político

Cleitinho entra na disputa pelo Governo de Minas com Falcão como vice

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) está oficialmente no caminho para disputar o Governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A informação foi publicada por O Globo e repercutida por veículos mineiros.

Após semanas de indefinição, o Republicanos protocolou no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) a ata que define Cleitinho como candidato a governador e Luís Eduardo Falcão, ex-prefeito de Patos de Minas, como candidato a vice. O documento também confirmou uma coligação de última hora com o Podemos.

Apesar do protocolo da ata, o registro individual das candidaturas ainda não havia sido concluído no DivulgaCand até a publicação das reportagens. O prazo para formalização termina neste sábado (15).

A indefinição em torno de Cleitinho também mexeu com o cenário da direita em Minas. Durante o período em que o senador avaliava se disputaria ou não o Palácio Tiradentes, o PL lançou o empresário Flávio Roscoe como candidato ao governo. Cleitinho reconheceu que o impasse acabou provocando perda de apoios políticos.

Além deles, o atual governador Mateus Simões (PSD) também estará na disputa pela sucessão estadual.

Na corrida pelo Senado, a chapa de Cleitinho não terá candidato próprio. A tendência é de apoio informal ao deputado Marcelo Aro (PP). Simões, por sua vez, declarou apoio a Carlos Viana (PSD), enquanto Aro foi lançado de forma avulsa pela federação União-Progressista.

 

Com a definição da chapa, o cenário eleitoral mineiro entra na reta final de formalização das candidaturas, marcada pela disputa entre diferentes grupos da direita pelo controle do Palácio Tiradentes.

A informação foi publicada por O Globo e também registrada por veículos mineiros.
A situação é resultado de semanas de incerteza. Cleitinho chegou a anunciar que não disputaria o Palácio Tiradentes, voltou atrás e acabou recebendo autorização da direção nacional do Republicanos para entrar na corrida.
A parte política da operação, porém, já está montada. O Republicanos protocolou no TRE-MG uma ata que define Cleitinho como candidato a governador e Luís Eduardo Falcão, ex-prefeito de Patos de Minas, como vice. O documento também confirmou uma coligação de última hora com o Podemos.
Protocolar a ata, no entanto, não é o mesmo que concluir o pedido individual de registro da candidatura. Até a publicação das reportagens consultadas, os nomes de Cleitinho e Falcão ainda não constavam no DivulgaCand. O prazo termina neste sábado (15).
A demora teve efeito direto sobre a montagem dos palanques da direita em Minas. Durante a indefinição de Cleitinho, o PL decidiu lançar o empresário Flávio Roscoe ao governo. O senador admitiu nesta semana que o vaivém lhe custou apoios políticos.
O campo terá ainda o governador Mateus Simões (PSD) na disputa.
A chapa de Cleitinho não apresentará candidato próprio ao Senado. A tendência é de apoio informal a Marcelo Aro (PP). Já Simões optou por apoiar Carlos Viana (PSD), enquanto Aro acabou lançado de forma avulsa pela federação União-Progressista.

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