Leila lidera disputa pelo Senado e Celina aparece à frente para o Governo do DF, aponta pesquisa
A pesquisa Correio/Opinião Inteligência, divulgada nesta quinta-feira (6), mostra a senadora Leila do Vôlei (PDT) na liderança da corrida pelas duas vagas ao Senado no Distrito Federal.
Leila registra 46,9% das intenções de voto consolidadas, sendo 23,5% como primeira opção e 23,4% como segunda. A parlamentar também apresenta uma das menores taxas de rejeição do levantamento, com 12%.
Na segunda colocação aparece a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com 42% das intenções de voto consolidadas — 28,7% como primeira escolha e 13,3% como segunda. Apesar do desempenho, Michelle possui a maior rejeição entre os candidatos, com 30,6% dos entrevistados afirmando que não votariam nela de forma alguma.
A deputada federal Erika Kokay (PT) ocupa a terceira posição, com 32,3% das intenções de voto e rejeição de 29,4%. Em seguida está a deputada federal Bia Kicis (PL), com 22,6% das intenções de voto e rejeição de 14%. O desembargador aposentado Sebastião Coelho (Novo) aparece com 12,4%.
Em um cenário que inclui o empresário Paulo Octávio (PSD), que alcança 15,9% das intenções de voto, a ordem dos quatro primeiros colocados permanece inalterada.
A pesquisa foi realizada entre os dias 30 de julho e 1º de agosto, com 1.109 eleitores de 31 regiões administrativas do Distrito Federal. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-04077/2026.
Governo do Distrito Federal
No cenário estimulado para o Governo do Distrito Federal, a governadora Celina Leão (PP) lidera com 32,4% das intenções de voto.
Na sequência aparecem o ex-governador José Roberto Arruda (PSD), com 24%; o ex-deputado distrital Leandro Grass (PT), com 9,8%; o ex-ministro Ricardo Cappelli (PSB), com 4,3%; e a deputada distrital Paula Belmonte (PSDB), com 3,5%.
Também foram citados Samara Mineiro (UP), com 0,9%; Kiko Caputo (Novo), com 0,8%; e Robson Raimundo (PSTU), com 0,5%.
Entre os entrevistados, 12,2% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados, enquanto 11,5% disseram não saber em quem votar.
