Player
 

 

No ar: ...

...

Abandono de cargo: PF decide demitir Eduardo Bolsonaro e expõe sua fuga da Justiça

Publicada em: 22/07/2026 05:45 -

 

PF conclui PAD e decide pela demissão de Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

A Polícia Federal concluiu o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra Eduardo Bolsonaro (PL) e decidiu pela demissão do ex-deputado da corporação por abandono de cargo. A medida ocorre enquanto ele permanece nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, após o término de seu mandato como deputado federal e sem retornar ao cargo de escrivão da Polícia Federal no Rio de Janeiro.

Para que a demissão seja efetivada, a decisão ainda precisa ser assinada e publicada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva.

Segundo informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o entendimento da Polícia Federal é de que, encerrado o mandato parlamentar, Eduardo Bolsonaro deveria ter reassumido suas funções como servidor da corporação. Como isso não ocorreu, a instituição concluiu que houve abandono de cargo e encaminhou a decisão pela demissão.

Na mesma decisão, o corregedor regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro determinou que Eduardo Bolsonaro devolva a carteira funcional e a arma de fogo institucional, em razão do encerramento do vínculo funcional.

Defesa de Eduardo Bolsonaro

Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. Sua defesa sustenta que ele permanece no exterior por alegar ser alvo de perseguição por parte da Justiça brasileira.

No mês passado, Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação, em processo relacionado à tentativa de golpe de Estado. A decisão ainda pode ser objeto de recursos, conforme prevê a legislação.

A decisão da Polícia Federal de encaminhar sua demissão por abandono de cargo soma-se aos processos judiciais e administrativos envolvendo o ex-deputado, que segue sem previsão de retorno ao Brasil.

A Polícia Federal concluiu o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra Eduardo Bolsonaro (PL) e decidiu demiti-lo da corporação por abandono de cargo. A decisão ocorre enquanto o ex-deputado permanece nos Estados Unidos, desde fevereiro de 2025, após ter o mandato cassado e não ter retornado ao posto de escrivão no Rio de Janeiro. Para se tornar oficial, o ato precisa ser assinado e publicado pelo ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva. De acordo com informações da coluna Painel, na Folha de S.Paulo, o argumento central da corporação é direto: sem o mandato de deputado federal, Bolsonaro tinha a obrigação funcional de reassumir o cargo. Como isso não aconteceu, a PF entendeu configurado o abandono e encaminhou a decisão pela demissão.

Na mesma decisão que encaminhou a demissão, o corregedor regional da PF no Rio de Janeiro determinou que Eduardo Bolsonaro entregue sua carteira funcional e sua arma de fogo. A determinação reforça o caráter definitivo do encerramento do vínculo funcional com a corporação. Defesa de Eduardo Bolsonaro Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, conspirando contra o Brasil. Para justificar sua permanência fora do país e a não retomada do cargo na PF, ele faz aa ridícula alegação estar sendo perseguido pela Justiça brasileira. Porém, a verdade é que a situação do filho do ex-presidente condenado convive com uma situação concreta: no mês passado, Eduardo Bolsonaro foi sentenciado a quatro anos e dois meses de prisão por coação no processo relacionado à tentativa de golpe de Estado.

A decisão da PF por abandono de cargo se soma, portanto, a um quadro jurídico já grave para o conspirador, que segue sem previsão de retorno ao Brasil.

 
 
 
Compartilhe:
COMENTÁRIOS
Comentário enviado com sucesso!
Carregando...