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Valdemar desviou R$119 milhões segundo Polícia Federal e Dino dá ordem imediata

Publicada em: 13/07/2026 05:52 -

Quando Lula diz que ser sortudo faz parte ele não mentiu, pois mais um escândalo surge na campanha de Flávio! A PF acusa Valdemar Costa Neto de atuar como mandante no redirecionamento de emendas sem mandato, e o STF, por meio de Flávio Dino, suspendeu repasses e bloqueou bens para proteger o patrimônio público. Costa Neto, presidente nacional do PL (partido de Jair e Flávio Bolsonaro), é investigado pela Polícia Federal por suposto desvio de aproximadamente R$ 119,2 milhões em emendas parlamentares, mesmo sem exercer mandato. O ministro Flávio Dino acaba de determinar nesta sexta, 10 de julho, a suspensão de repasses de recursos públicos ligados ao caso e bloqueou bens de Costa Neto até o valor de R$ 119,2 milhões. A prisão ainda não foi decretada. A investigação da Operação Transparência aponta que servidores da Câmara dos Deputados colaboraram para redirecionar pelo menos 21 emendas em benefício de Vaval. Mensagens encontradas pela PF sugerem movimentações irregulares e indicam responsabilidade criminal em tese. O caso se insere na ADPF 854, ação que busca garantir transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares. Costa Neto já estava sob pressão no STF, inclusive por suspeita de participação em trama golpista em 2025. “Se tomarmos o mais condescendente dos quadros, e considerarmos os desvios ‘apenas’ das emendas já pagas, temos uma consolidação de um desvio de R$ 104 milhões”, diz trecho do despacho do ministro que não esquece de ninguém. “O encaminhamento direcionava essas emendas alocando, falsamente, deputados federais como ‘solicitantes’ das indicações, a fim de conferir ares de legalidade às indicações formalizadas conforme diretrizes de um não parlamentar. […] Conforme se observa, fala-se de um volume considerável de emendas parlamentares indicadas por uma pessoa não detentora de mandato“, declara outro trecho. Grosso modo, seria como um esquema de “rachadinha“, mas à nível de deputados de um partido ao seu presidente.

 

  • É verdadeiro que houve uma investigação envolvendo o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, relacionada ao uso de emendas parlamentares.
  • Também é verdadeiro que o ministro Flávio Dino tem proferido decisões na ADPF 854 sobre maior transparência e controle das emendas parlamentares.
  • Entretanto, diversas afirmações do texto — como a existência de uma decisão específica de bloqueio de bens no valor de R$ 119,2 milhões em "10 de julho", a caracterização de Costa Neto como "mandante", a alegação de que o caso representa "mais um escândalo na campanha de Flávio", ou a comparação com um esquema de "rachadinha" — são conclusões ou alegações que dependem de confirmação documental e de decisões judiciais. Em investigações criminais, a existência de indícios não equivale a uma condenação.

Além disso, a frase inicial:

"Quando Lula diz que ser sortudo faz parte ele não mentiu, pois mais um escândalo surge na campanha de Flávio!"

é uma opinião política, e não uma afirmação factual verificável.

Se sua intenção é transformar esse conteúdo em uma notícia, o ideal é apresentá-lo de forma mais neutra, por exemplo:

A investigação da Polícia Federal sobre supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares envolvendo o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, ganhou um novo desdobramento com decisão do ministro Flávio Dino, do STF. Segundo a decisão, foram determinadas medidas cautelares para preservar recursos públicos enquanto as apurações prosseguem. A investigação busca esclarecer se houve direcionamento irregular de emendas parlamentares. Costa Neto é investigado, mas não foi condenado, e sua defesa pode apresentar manifestação no processo.

Essa redação distingue fatos, alegações da investigação e conclusões judiciais, evitando apresentar como comprovado aquilo que ainda está sendo apurado.

 
 
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