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Comissão da Alerj cobra informações de contratos do governo do Rio com Banco Master

Comissão da Alerj cobra informações de contratos do governo do Rio com Banco Master

Os dois requerimentos apresentados na Alerj pelo deputado Flávio Serafini colocam foco direto em possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master e recursos da RioPrevidência.

No primeiro pedido, direcionado ao presidente da RioPrevidência, Nicholas Ribeiro da Costa Cardoso, a comissão quer acesso integral aos contratos firmados com a corretora Planner. O ponto central é esclarecer como foram feitos aportes que chegam a cerca de R$ 970 milhões em títulos ligados ao Banco Master. A preocupação é que esses investimentos possam ter sido realizados em ativos de alto risco — os chamados “créditos podres” — sem cobertura do FGC, o que pode resultar em prejuízos diretos aos servidores públicos estaduais.

O caso também envolve nomes como Maurício Quadrado, que teve ligação com a corretora e posteriormente se associou a Daniel Vorcaro, figura central nas investigações sobre o banco.

Já o segundo requerimento mira a Secretaria de Transformação Digital do estado, comandada por Feu Braga. O objetivo é entender por que processos relacionados ao caso foram retirados da consulta pública no sistema SEI e colocados sob sigilo absoluto desde janeiro de 2025. O deputado solicita:

  • Quantos processos foram ocultados
  • A lista com seus números
  • Os critérios e justificativas para o sigilo

No conjunto, as iniciativas indicam duas frentes de apuração:

  1. Risco financeiro — investigar se houve má gestão ou aplicação inadequada de recursos previdenciários.
  2. Transparência — apurar possíveis restrições indevidas ao acesso público de informações.

 

Se quiser, posso te explicar melhor o que são esses “créditos podres” e por que eles representam tanto risco nesse tipo de investimento.

Dois requerimentos de informação sobre o Banco Master foram abertos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) pela Comissão de Servidores Públicos. Os pedidos, apresentados pelo deputado Flávio Serafini, presidente da comissão, são voltados à RioPrevidência e à Secretaria de Transformação Digital do Estado do Rio de Janeiro. No primeiro, a solicitação é para que o atual presidente da RioPrevidência, Nicholas Ribeiro da Costa Cardoso, seja notificado a enviar as íntegras de todos os contratos firmados entre a autarquia e a corretora Planner, que teve Maurício Quadrado como sócio até 2020 — ele se associou a Daniel Vorcaro no Banco Master e posteriormente deixou o banco. A medida busca esclarecer os termos e condições dos aportes que somam R$ 970 milhões. O fundo de previdência dos servidores do Estado do Rio de Janeiro foi o que mais investiu em títulos do Master, instituição liquidada pelo Banco Central e suspeita de operar créditos podres, sem qualquer garantia do FGC, o que poderia gerar prejuízos aos servidores. Comissão da Alerj cobrou informações de contratos com Banco Master Foto: Zô Guimarães/Alerj/Divulgação Já o segundo requerimento é direcionado ao secretário de Transformação Digital do Estado do Rio de Janeiro, Feu Braga. O deputado do PSOL pediu informações sobre a quantidade de processos sobre o caso que, desde janeiro de 2025, foram retirados da pesquisa pública do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e colocados em sigilo absoluto. Ex-presidente da RioPrevidência atribui à corretora Planner aportes de R$ 510 milhões no Master PF mira aportes do RioPrevidência no Master e investigado joga mala com R$ 429 mil pela janela Rombo da Rioprevidência é 500 vezes maior que perdas de fundo com o Master A intenção é entender a extensão e os critérios utilizados para a retirada desses processos do sistema público. Além disso, Serafini exige a lista com os números dos processos sigilosos e os motivos que justificaram sua exclusão do SEI. 
 

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