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Moraes toma decisão sobre general que planejou matar Lula

Publicada em: 14/01/2026 08:35 -

O ministro mais produtivo do mundo, Alexandre de Moraes do STF, tomou decisão sobre o general que planejou matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Isso porque Moraes autorizou o general da reserva Mario Fernandes, sentenciado a 26 anos e 6 meses de prisão, a trabalhar na prisão, no Comando Militar do Planalto onde cumpre pena. Moraes exaltou que o trabalho do preso é um direito e um dever. Moraes bate o martelo De acordo com o comando, o espaço tem condições adequadas para a feitura de trabalho intelectual, sem acesso com o mundo exterior. Dessa forma, o general poderá ter um computador exclusivo, sem conexão com a web, apenas com os recursos para o trabalho. Toda a ative deve ser monitorada por um oficial superior da unidade. Mario Fernandes admitiu ter sido o criador do plano “Punhal Verde e Amarelo”, que organizava a morte de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, Geraldo Alckmin do PSB e do próprio Xande. Em interrogatório, ele disse, porém, que o plano detalhado, que até monitorou as autoridades e com armamento de guerra, não passou de um “pensamento digitalizado. Ele também foi condenado por usar a máquina pública, no caso a Polícia Rodoviária, para impedir o acesso de eleitores de Lula nas eleições de 2022.

  • O ministro do STF Alexandre de Moraes teria decidido autorizar que o general da reserva Mário Fernandes, condenado a 26 anos e 6 meses de prisão, possa trabalhar durante o cumprimento da pena.

  • O trabalho ocorreria no Comando Militar do Planalto, onde ele cumpre pena, com computador sem acesso à internet e atividade monitorada por oficial superior.

  • O texto menciona que o trabalho do preso foi considerado por Moraes como direito e dever.

  • Mário Fernandes teria admitido ter elaborado o plano chamado “Punhal Verde e Amarelo”, que envolveria atentados contra Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes, mas disse em interrogatório que se tratava apenas de um “pensamento digitalizado”.

 

  • Ele também foi condenado por envolvimento no uso da Polícia Rodoviária Federal para dificultar o acesso de eleitores às urnas em 2022.

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