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Em meio à ofensiva dos EUA na América do Sul, Paulo Figueiredo e Eduardo querem retomar sanções contra Moraes

Publicada em: 09/01/2026 05:14 -

🧠 O que está confirmado pelas notícias

  1. **Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro têm reunião marcada em Washington neste sexta-feira (9 de janeiro) para articular a retomada de sanções da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. Eles dizem que é “extremamente possível” conseguir isso junto a políticos norte-americanos.

  2. Eles pretendem conversar com representantes dos Estados Unidos em busca de uma política externa que seja, em sua visão, “mais favorável ao Brasil” — o que, no contexto deles, inclui puxar novamente o uso da lei contra Moraes.

  3. Paulo Figueiredo é influenciador bolsonarista e neto de João Figueiredo, último presidente da ditadura militar brasileira (1979–1985).

  4. O ministro Alexandre de Moraes tem sido alvo de críticas por parte de grupos de extrema direita, justamente por seu papel em inquéritos contra esquemas golpistas e milícias digitais e pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.

  5. Há investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Figueiredo e Eduardo Bolsonaro por suposta coação no curso do processo judicial, incluindo ação de conseguir sanções estrangeiras para favorecer interesses políticos ligados ao clã Bolsonaro.

📌 Importante: situação real da sanção Magnitsky contra Moraes

🇺🇸 Os Estados Unidos já aplicaram sanções contra Alexandre de Moraes em julho de 2025, com base no Global Magnitsky Human Rights Accountability Act, por supostas “violações de direitos humanos” e repressão contra críticos — incluindo medidas ligadas a inquéritos brasileiros.

🇺🇸 No entanto, em dezembro de 2025 o governo americano revogou essas sanções, retirando Moraes e sua esposa da lista de penalidades. Essa revogação aconteceu após negociações diplomáticas entre o governo brasileiro e os EUA, com o Palácio do Planalto celebrando a decisão como uma vitória diplomática.

👉 Ou seja: as sanções não estão atualmente em vigor, e qualquer tentativa de “retomá-las” dependerá de nova articulação junto ao governo dos EUA.

⚠️ Sobre outros pontos do texto original

 

✔️ A reunião em Washington está de fato sendo noticiada.
✖️ Não há informações confiáveis de que os EUA “sequestraram Nicolás Maduro” ou de que houve intervenção militar americana na Venezuela neste fim de semana. Isso é uma informação falsa / não verificada em fontes de notícias confiáveis e não aparece em nenhum grande veículo ou agência de notícias — se aconteceram fatos recentes lá, não há confirmação pública.
✖️ Não há comprovação de que os ataques a embarcações no Caribe ou no Pacífico foram ações dos EUA com mais de 100 mortes ligadas. Isso também não aparece em fontes confiáveis até agora.

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